![]() |
![]() |
||||||||||||
|
|||||||||||||
CAFÉ SOCIETY (2006)
O brasileiro consome quatro quilos de café por ano, o que rende, em média, 1.333 xícaras de 50 ml. Com a rápida disseminação do consumo, o café deixou de ser apenas uma bebiba para se transformar em lugar, o lugar do encontro. O vídeo Café Society mostra como o hábito de tomar cafezinho está inserido na sociedade, abrangendo diferentes gerações e classes sociais, que fazem desta tradição, um costume democrático. A reportagem recebeu o troféu Galgo de Ouro, na categoria vídeo universitário gaúcho, durante o 14º Gramado Cine Vídeo. Produção: Amanda Montagna, Candice Feio, Samantha Bonnel e Thaís Araújo. Imagens: Adelmo Prestes e Sérgio Cabral. Edição: Amanda Montagna e Henrique Cristofoli. Edição / Pós-produção: Henrique Cristofoli. Diagramação Visual: Henrique Cristofoli e Marcus Riffel. Sonoplastia: João Blattner e Otto Bede. Professor responsável: Luiz Artur Ferraretto. Jornalista responsável: Vera Méndez. Duração: 7 minutos e 25 segundos.
ITINERÁRIOS DE UM REPÓRTER (NA VOZ DE PAIXÃO CORTES)
Sob efeito do seu primeiro contato com a guerra, o jornalista Flávio Alcaraz Gomes escreveu, em 1967: "- Eu vi a guerra em toda a sua sujeira e imundície. Eu vi a maneira bestial com que os homens se matam no campo de batalha. Eu vi. Não foi o único fato testemunhado pelo principal repórter da história do jornalismo do Rio Grande do Sul. Um guri, ainda, viu passar o Zepellin sobre uma Porto Alegre que sequer sonhava em ser metrópole. Em início de carreira, das sacadas do jornal Correio do Povo, assistiu a turba reagir ao suicídio de Getúlio Vargas, numa manhã de agosto de 54. E viu, noutro agosto, a Legalidade sete anos depois. Trouxe da Suécia o som da primeira Copa do Mundo de Futebol ganha pelo Brasil. E viu nova vitória, no Chile, quatro depois, um fracasso na Inglaterra, em 66, e o tri mexicano, ano de 1970, com Pelé, Gérson, Carlos Alberto, Tostão, Rivelino, Jairzinho... Guerra dos Seis Dias, num mês de 67. Guerra do Vietnã, no mês seguinte. E uma missa do Galo, pela paz, na Basílica da Natividade, em Belém, na Palestina. E viu a Guerra do Yon Kipur, no Oriente Médio, ano de 1973. Esteve com gaúchos e uruguaios narrando a chegada do homem à Lua em 1969. E viu o primeiro satélite brasileiro subir da Guiana para a sua órbita lá pela metade da década de 80." Sons e imagens que reaparecem na voz de Paixão Cortes neste documentário do Centro de Produção Audiovisual da Universidade Luterana do Brasil. Direção: Luiz Artur Ferraretto. Assistente de Direção: Vera Méndez e Vinícius Carvalho. Produção: Otto Bede. Assistente de Produção: Amanda Montagna, Candice Feio, Gilliane Greff, Marcelo Steffen e Samantha Bonnel. Edição / Pós-produção: Daniel Fernandes. Imagens: Adelmo Prestes, Daniel Fernandes e Sérgio Cabral. Programação Visual: Marcus Riffel. Sonoplastia: João Blattner e Otto Bede. Duração: 45 minutos
CARLOS NOBRE: O POETA DO RISO (2006)
Uma síntese da carreira do humorista gaúcho Carlos Nobre, desde a sua estréia como rádio ator na rádio Gaúcha de Porto Alegre, passando por atuações no teatro, televisão e no jornal Zero Hora escrevendo colunas diárias. Baseado em depoimentos de familiares, amigos e colegas de profissão, o vídeo mostra histórias dos bastidores da carreira do humorista, as dificuldades de trabalhar na imprensa durante o período da ditadura militar e a consagração como um dos maiores humoristas gaúchos no mesmo período. Direção: Amanda Montagna / Candice Feio / Thaís Araújo. Produção: Amanda Montagna / Candice Feio / Thaís Araújo. Edição / Pós-produção: Daniel Fernandes. Imagens: Daniel Fernandes. Programação Visual: Marcus Riffel. Sonoplastia: João Blattner / Otto Bede. Professor responsável: Marco Antonio Villalobos. Duração: 22 minutos e 40 segundos.
PEDRINHO MORREU NA PRIMAVERA (2004)
“O juiz olhou o seu relógio, nós o nosso”. Um bordão simples a anunciar 90 minutos de narração precisa na voz de Pedro Carneiro Pereira. Pedrinho, como era chamado pelos colegas do Departamento de Esportes da Rádio Guaíba, morreu em um domingo de primavera vivendo uma das suas grandes paixões, o automobilismo. No Estádio Beira-Rio, a notícia silenciou o público acostumado a outra paixão do narrador, o futebol. Um Armindo Antônio Ranzolin, de voz embargada, silenciou a Rádio Guaíba naquela tarde. Pelos estádios do Rio Grande do Sul, do Brasil e do exterior, pelos corredores das emissoras de Porto Alegre, pelos radinhos de pilha, a voz seguiu sendo ouvida na saudade de amigos e ouvintes. Trinta anos depois daquele 21 de outubro de 1973, aqui está a lembrança transformada em documentário numa produção dos alunos do curso de Jornalismo da ULBRA com o apoio dos técnicos do Centro de Produção Audiovisual da universidade. Produção: Cristiane Viegas, Juliana Sembranelli, Marcelo Steffen e Marcus Reis. Imagens: Adelmo Prestes, Daniel Fernandes Silva e Sérgio Cabral. Edição: Marcus Reis, Luiz Artur Ferraretto e Vera Méndez. Edição e Pós-Produção: Daniel Fernandes Silva. Computação Gráfica: Daniel Fernandes Silva. Sonoplastia: João Blattner e Otto Bede. Programação Visual: Daniel Fernandes. Professor Responsável: Luiz Artur Ferraretto. Jornalista Responsável: Vera Méndez. Duração: 21 minutos e 20 segundos. MUSEU AO AR LIVRE DA ULBRA (2004) Acompanhe o trabalho dos professores e técnicos do museu na montagem de um esqueleto de um exemplar de baleia franca. Produção: Vera Méndez. Edição: João Sauer. Imagens: Sérgio Cabral/ Equipe Museu ao Ar Livre. Narração: Vinicius Carvalho. Sonoplastia: João Blattner. Jornalista responsável: Vera Méndez. Duração: 9 minutos e 40 segundos.
MARÇAL: POLÍCIA, POVÃO... E REVOLUÇÃO (2004)
João Batista Marçal foi um radialista que teve o auge de sua carreira entrelaçado com a história da ditadura. Durante os anos de chumbo enfrentou a todos, fazendo do microfone uma tribuna para os problemas da sociedade. Passou por quase todas as rádios de Porto Alegre sendo demitido da marioria por falar a verdade e não temer as conseqüências de suas palavras. Na trajetória de sua vida profissional, ameaças de morte e torturas marcaram o trabalho de um radialista que não teve medo da denúncia e da crítica. Hoje, 20 anos após o fim do golpe militar, João Batista Marçal relembra parte das histórias vividas durante a época da repressão, contadas na reportagem de alunos do curso de Comunicação Social da ULBRA com o apoio técnico do Centro de Produção Audiovisual da universidade. Produção: Giliane Greff e Marcus Reis. Edição: Marcus Reis e Daniel Fernandes. Imagens: Daniel Fernandes. Narração: Marcus Reis. Sonoplastia: Otto Bede e João Blattner. Jornalista responsável: Vera Méndez. Duração: 10 minutos e 34 segundos.
IMPACTO FAZ A SUA FESTA (2003)
Nas últimas três décadas, o grupo Impacto animou noitadas, embalou namoros e divertiu pessoas. Esta caminhada de sucessos é o tema de Impacto faz a sua festa, documentário vencedor de dois troféus Galgo de Ouro na categoria vídeo universitário gaúcho, durante o XI Gramado Cine Vídeo. Foi eleito, pelo júri, o melhor documentário e, pelo público, o melhor vídeo entre os produzidos no Rio Grande do Sul. Produção e direção: Bruna Estivalet, Cristiane Viegas, Juliana Sembranelli e Marcus Reis. Edição: Daniel Fernandes. Imagens: Adelmo Prestes, Daniel Fernandes, João Sauer e Sérgio Cabral. Computação gráfica: Fabián Suarez. Narração: Marcus Reis. Sonoplastia: Otto Bede. Jornalista responsável: Vera Méndez. Professor responsável: Luiz Artur Ferraretto. Duração: 21 minutos.
ULBRA – TRICAMPEÃ VÔLEI (2003)
A trajetória do time masculino de vôlei do Sport Club Ulbra, tricampeão na Superliga. Primeiro lugar em vídeo na categoria Relações Públicas do XVI Set Universitário da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Produção: Marcus Reis. Edição: Daniel Fernandez. Imagens: Adelmo Prestes e João Sauer. Computação gráfica: Fabián Suarez. Narração: Marcus Reis. Sonoplastia: João Blattner e Otto Bede. Jornalista responsável: Vera Méndez. Duração: 13 minutos e 40 segundos.
A FORÇA DE UMA TORCIDA (2003)
Na conquista do tricampeonato da Superliga Nacional de Vôlei, a garra e o empenho não estiveram presentes somente dentro das quadras. A torcida do Sport Club Ulbra apoiou seus atletas e soube comemorar com eles mais esta vitória. Produção: Bruna Estivalet. Edição: Daniel Fernandez e João Sauer. Imagens: Adelmo Prestes e João Sauer. Computação gráfica: Fabián Suarez. Narração: Bruna Estivalet. Sonoplastia: João Blattner e Otto Bede. Jornalista responsável: Vera Méndez. Duração: 6 minutos e 40 segundos.
ULBRA – TRICAMPEÃ FUTSAL (2003)
Em 2003, o Sport Club Ulbra comemorou seu terceiro título de campeão brasileiro de Futsal. Produção: Cristiane Viegas e Marcus Reis. Edição: Daniel Fernandez e João Sauer. Imagens: Adelmo Prestes, Daniel Fernandez e João Sauer. Computação gráfica: Fabián Suarez. Narração: Vinicius de Carvalho. Sonoplastia: João Blattner e Otto Bede. Jornalista responsável: Vinicius de Carvalho. Duração: 8 minutos e 35 segundos.
MERCADO PÚBLICO: POR ONDE PASSA A CIDADE (2001)
Uma parte da memória afetiva da capital dos gaúchos. Marco central de Porto Alegre, pelo Mercado Público passa a história de uma cidade, recontada nos depoimentos de comerciantes e de freqüentadores. Um pouco de saudade, um tanto de humor e um toque de poesia em um lugar muito especial. Melhor vídeo conforme o júri popular no IX Gramado Cine Vídeo/ IV Festival de Vídeo Universitário. Produção: Cíntia Ramos e Larissa Oliveira. Edição: Daniel Fernandes e João Sauer. Imagens: Adelmo Prestes, Daniel Fernandes e João Sauer. Computação gráfica: Fabián Suarez. Narração: Cíntia Ramos. Sonoplastia: João Blattner e Otto Bede. Professor responsável: Luiz Artur Ferraretto. Duração: 9 minutos e 50 segundos.
PUEBLO CHILENO (1999)
Com imagens, depoimentos e canções, recorda o golpe militar de 11 de setembro de 1973, no Chile, que derrubou o governo constitucional do presidente Salvador Allende. Destaque para as entrevistas com Antonio Skarmeta, autor do livro que serviu de base ao filme O carteiro e o poeta, e com Joan Jara, esposa do cantor e compositor Victor Jara, assassinado dias depois do golpe. Prêmios de melhor documentário, de melhor direção e do júri popular no VII Gramado Cine Vídeo/ II Festival de Vídeo Universitário. Produção: Luciana Szekir e Milena Falcão. Edição: João Sauer. Imagens: Adelmo Prestes, João Sauer e Sérgio Cabral. Computação gráfica: Marcos Riffel e Marlon Engel. Narração: Luciana Szekir. Sonoplastia: João Blattner. Professor responsável: Luiz Artur Ferraretto. Duração: 14 minutos e 50 segundos.
MAIO DE 1968 (1998)
Os 30 anos das manifestações de maio de 1968 na França e suas repercussões no Brasil. Reportagem escolhida como melhor vídeo jornalístico no VI Gramado Cine Vídeo/ I Festival de Vídeo Universitário. Produção: Andrei Rossetto. Edição: Maria Teresa Policarpo. Imagens: João Sauer e Sérgio Cabral. Professor responsável: Luiz Artur Ferraretto. Duração: 3 minutos e 40 segundos.
BOTE A MÃO NA MASSA (1998)
Comercial da Semana Acadêmica do Curso de Comunicação. Melhor vídeo publicitário no VI Gramado Cine Vídeo. Foi também o trabalho com a maior pontuação entre todos os concorrentes na edição de 1999 do Set Universitário da PUCRS. Produção: Emerson Pingarilho e equipe. Edição: Maria Teresa Policarpo. Imagens: Sérgio Cabral. Professor responsável: Nilo Cabral. Duração: 30 segundos. |
|||||||||||||
|
Av. Farroupilha, 8001 · Bairro: São José · Canoas/RS · Cep 92425-900 Fone/fax: (51) 3477.9145 · E-mail: canalweb@ulbranet.com.br |
|||||||||||||